O que tinha tudo para ser uma sessão ordinária, como o termo já traduz , na Câmara Municipal de Palmeira dos Índios, na manhã desta quarta-feira, 03, o que se viu foi praticamente um embate acirrado entre situação, base de apoio ao prefeito James Ribeiro e oposição ao chefe do Executivo.
Mais uma vez, com a esperança de que o Projeto de Lei que versa sobre perdas comprovadas para a classe educacional do município fosse rejeitada, a categoria lotou as instalações da Câmara Municipal, entre Galeria e outras salas, para acompanhar o que acabou se tornando, em ameno sentido, uma praça de guerra, pois depois de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), composta pelos vereadores França Júnior (PMDB), que segundo o vereador Márcio Henrique (PPS), causou estranheza a sua ausência por pedido de licença, nesse momento crucial; Sheila Duarte (PT) e Fábio Targino (PT), recusar por unanimidade a proposta do Executivo sobre o tema, e consequentemente prejuízos em todos os sentidos para a categoria.
Veja o tumulto na saída dos vereadores:
Ao começarem os debates, enquanto o público, que a cada instante se aglomerava na Galeria, aguardando a resolução que há cerca de nove meses se desenrola, os vereadores se desentendiam em plenário.
O presidente da Casa Legislativa, deliberadamente, decidiu não aceitar e, ao mesmo tempo, expulsar os profissionais de comunicação, cujo acompanhamento tem sido exemplar, segundo a sociedade que recebe as devidas informações.
Quando a jornalista e radialista, diretora executiva do portal ESTADÃO ALAGOAS, Graziane Duarte, que acompanha a cada passo os vereadores que se apresentam em cada sessão, tentou executar o seu trabalho legítimo e previsto na Constituição Brasileira em Plenário, ao lado do jornalista Carlos Augusto, imediatamente, foram impedidos. Logo depois, os sindicatos, tanto de jornalistas como de radialistas, se pronunciaram e estão divulgando NOTA DE DESAGRAVO em quase todos os veículos de informação do Estado de Alagoas.
Sobre comentários que vêm se desenrolando, alguém já ligou para o Portal Estadão, pedindo sigilo sobre o seu nome, e declarando que “o povo de Palmeira dos Índios gosta mesmo é de tapinha nas costas, mas ainda existe resistência a esse pedido de esmolas”, desabafou o internauta.
Da Redação
