
Militares que estavam com Izabelle na viatura, quando ela morreu, irão participar da reprodução simulada.
Para observar cada detalhe e descartar qualquer desvio de informação, os peritos irão realizar a reprodução do fato isoladamente, ou seja, será feita com um policial por vez. Cada militar irá fazer a reconstituição do acontecido na noite do dia 31 de agosto.
Para poder proporcionar maior veracidade à reconstituição, a viatura e as armas utilizadas na noite da morte de Izabelle serão as mesmas que irão compor o cenário da simulação, uma vez que os PMs afirmam desconhecer o fato que teria provocado os disparos na arma que matou a soldado.
Da Redação
