
De acordo com a denúncia oferecida pelo órgão ministerial, a vítima teria sido imobilizada por outro acusado, enquanto Jonathan da Silva desferia golpes de faca. O acusado confessou a autoria do crime durante interrogatório, afirmando que utilizou duas facas artesanais, fabricadas por ele, para golpear Willames Batista.
Uma das testemunhas afirmou que no dia do crime o acusado e a vítima entraram em luta corporal após desentendimento, momento em que Willames deu um pontapé em “Mano”, que estava armado com as facas.
A confissão do acusado, somada aos demais depoimentos e provas constantes nos autos, foi considerada suficiente pelo magistrado John Silas para conduzir Jonathan da Silva ao julgamento pelo Tribunal do Júri.
