
A partir do inquérito, o Ministério Público colherá informações sobre os fatos relatados e garantirá a adoção das medidas necessárias para a solução dos problemas que forem constatados. Para isso, o órgão estadual requisitará ao Instituto do Meio Ambiente de Alagoas perícia de constatação de dano ambiental e, à Superintendência Federal de Agricultura do Estado de Alagoas, fiscalização no local em que os moradores alegam haver dano ambiental.
O promotor de Justiça Adivaldo Batista está à frente do procedimento, que vai apurar a veracidade da denúncia. “Nós solicitamos uma resposta à empresa, que, de forma oficial, negou todas as acusações de irregularidades. Para saber qual lado está com a razão, solicitamos aos órgãos competentes uma perícia no local em que a empresa desenvolve suas atividades. Caso o relatório técnico constate algum problema, vamos tomar as providências adequadas para regularizar a situação”, explicou.
Redação com MP/AL
