
O gestor estava com a pistola municiada dentro do seu carro quando houve a abordagem da Polícia Federal no município que administra. Por ter foro privilegiado – neste caso, exercício de mandado de cargo eletivo – Dalmo Júnior não chegou a ser preso, respondendo ao processo em liberdade.
Em seu depoimento, o prefeito que está em seu segundo mandato alegou o porte como legítima defesa para poder garantir sua segurança e proteção pessoal. Sustentando que a região onde exerce seu mandato, desde 2008, está localizada em reduto político da família Beltrão e que o último pleito, disputado com Djalma Beltrão, foi marcado por intimidações, ofensas e ameaças.
Na época em que foi flagrado com a pistola, dias antes das eleições gerais, a assessoria de comunicação da Polícia Federal chegou a emitir uma nota e a distribuiu com a imprensa relatando o ocorrido. Nela, o órgão dizia que o prefeito teria inclusive uma arma registrada em seu nome, mas não era a pistola que foi encontrada dentro de seu veículo pelos agentes.
Fonte: Dicom/TJ
