Foi ajuizado pelo Ministério Público uma ação civil pública em relação ao suposto calote que a banda Parangolé contratada pela empresa de eventos APMI para animar um bloco carnavalesco, na noite de 25 de fevereiro, na prévia do Carnaval de Palmeira dos Índios, que não aconteceu e acabou em confusão, parando na delegacia da cidade, e na de Arapiraca.
Nesta quarta-feira (01), o juiz Geneir Marques homologou a sentença, do acordo formulado entre as partes que chegaram a um acordo nos seguintes termos, a Produtora WM Produções Artísticas LTDA a qual compreende a Banda Parangolé, em conjunto com todos os demandados assumem o compromisso, como forma de encerrar o litígio, em realizar no dia 13/12/2014, às 22:00 horas na Casa de Show Aquarius, um Show com a Banda Parangolé, onde no referido show, será franqueado de forma gratuita o acesso de quem estiver portando a camisa ou o ingresso do evento que seria realizado no dia 25/02/2014. Os referidos consumidores terão direito a acesso à área vip, como forma de compensar os prejuízos até então sofridos.
O eventual montante arrecadado, relativo ao evento do dia 13, ficará à disposição do Processo em trâmite na 3ª Vara Cível Da Comarca de Palmeira. Os comprovantes de depósito da hospedagem, transporte, casa de show e das demais providências ficarão a cargo das dirigentes do bloco Ângela Maria de Oliveira, Ivelise Pinheiro de Oliveira, Raquel da Silva Cavalcante e Cândida Patrícia Caribé da Silva.
Estiveram presentes na audiência, o advogado da WM Produções Artísticas e Entretenimento, Dr. Alano Bernardes Frank acompanhado do preposto Gustavo Henrique Souza Oliveira e os dirigentes do bloco NicoLoco, Diogo Ramos de Araújo e Lysângela França Viana, acompanhados de seu advogado, Dr. Klenaldo Silva Oliveira, além de Ângela Maria de Oliveira, Ivelise Pinheiro de Oliveira, Raquel da Silva Cavalcante e Cândida Patrícia Caribé da Silva, desacompanhadas de seu advogado, razão pela qual o Juiz nomeou o Dr. Everaldo Titara de Araújo para acompanha-las em audiência.
A banda se apresenta sem o vocalista Léo Santana que na época do escândalo fazia parte da banda. Santana seguiu carreira solo e foi substituído por Tony Salles casado com a dançarina e apresentadora Sheila Carvalho. Léo Santana chegou a publicar no facebook, sua opinião sobre o sucedido em Palmeira, afirmando que o município não tinha estrutura para recebê-los.
Relembre o caso
O que era pra ser o bloco de carnaval mais animado de Palmeira dos Índios se transformou em uma grande decepção. Enquanto centenas de pessoas aguardavam ansiosamente a chegada de Léo Santana e sua banda Parangolé para dar início ao segundo dia das prévias carnavalescas da cidade, os burburinhos começaram a surgir de que a atração não iria se apresentar e o bloco não ia sair em seu “arrastão”.
Os comentários logo começaram a surgir nas redes sociais, todos queriam saber o real motivo pelo qual o bloco não iria fazer o seu percurso, que além de Leo Santana também se apresentariam, Fantasmão, que seria outra atração do bloco no dia 25 de fevereiro.
Da Redação

