
A aeronave está registrada no nome do Grupo Andrade, de Ribeirão Preto-SP, que atua no setor de cana-de-açúcar e que entrou com pedido de recuperação judicial no último mês de julho. Há cerca de três meses, a aeronave teria sido vendida ao valor de US$ 7 milhões para um empresário de Alagoas, que a teria emprestado para a campanha do candidato à presidência.
O deputado estadual Inácio Loiola, que integra o PSB em Alagoas disse a imprensa alagoana que não teria informação a respeito da propriedade do jatinho.
A aeronave teria sido entregue com cerca de 350 horas de voo à campanha de Eduardo Campos, de acordo com informações repassadas por Fabiano de Camargo Peixoto à Folha. Ele foi co-piloto do avião por um ano e meio.
A aeronave
O jato modelo Cessna 560XL, fabricado nos EUA, tinha menos de três anos de uso e estava certificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) até fevereiro de 2017.
Além de Campos, estavam no jato particular o assessor Pedro Almeida Valadares Neto, o assessor de imprensa Carlos Augusto Ramos Leal Filho (Percol), Alexandre Severo Gomes e Silva (fotógrafo), Marcelo de Oliveira Lyra (staff da campanha) e os pilotos Marcos Martins e Geraldo Cunha.
Fonte: Folha de São Paulo
