
Os aviões serão recebidos pela família real holandesa. Depois, os corpos, que ficaram vários dias expostos no local da queda, serão entregues às famílias para identificação. Dos 298 passageiros mortos no desastre do dia 17 de julho, em uma região ucraniana controlada por rebeldes pró-russos, 193 eram cidadãos holandeses.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse, um dia após a tragédia, que as provas as quais os serviços de inteligência de seu país tiveram acesso permitem afirmar que o avião malaio, que voava de Amsterdã para Kuala Lumpur, foi atingido por um míssil terra-ar disparado da área controlada por separatistas no Leste da Ucrânia.
Alguns líderes mundiais se mostraram preocupados ontem com a informação de que nem todos os corpos foram recuperados, podendo ainda estar perdidos pelo território ucraniano. Os dois lados do conflito declararam trégua na região onde aconteceu a queda, mas os investigadores internacionais relataram que ainda enfrentam vários obstáculos e que só receberam 200 dos 298 corpos das vítimas.
Fonte : EBC
