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Mosarina Brasileiro: Se foi e deixou saudade

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Reprodução: Facebook

A conhecida empresária palmeirense no ramo da moda, Mosarina Brasileiro, faleceu há um mês, no dia 07 de abril, deixando uma grande lacuna no coração dos palmeirenses.

O que ficou na lembrança do povo, foram suas lutas pelos direitos da mulher, desde o tempo da sua juventude. Com sua simpatia e carisma, conquistou a admiração de gerações de palmeirenses e deu uma contribuição inigualável para a história da moda no estado de Alagoas.

A sua alegria de viver ficará para sempre na memória dos palmeirenses, sejam eles, familiares, amigos ou até mesmo admiradores.

Mosarina Brasileiro era uma mulher à frente do seu tempo, sendo sempre muito admirada pela sua ousadia nas criações.

A maestria e delicadeza no corte, e a criatividade dos seus modelos, fizeram de Mosarina uma das pessoas mais queridas e requisitadas, principalmente quando a palavra era corte e costura.

Mosarina era viúva de Aurélio Brasileiro e, deixou filhos, filhas, netos, bisnetos e sempre foi um exemplo de virtude moral e profissional em Palmeira dos Índios.

Maria Mosarina Rodrigues Brasileiro (79) era também sogra do atual prefeito de Palmeira dos índios, James Ribeiro.

 

Silêncio

Até o presente momento não se tem notícia do motorista envolvido no acidente que vitimou Mosarina Brasileiro. Nenhuma satisfação foi dada à sociedade palmeirense, com relação a este fato, já com tempo suficiente para elucidação.

Mosarina foi vítima de um acidente, quando o seu veículo Siena foi atingido por um Fiat UNO de cor branca e placa MUM 5780 da cidade de Paulo Jacinto. Com ela estavam viajando sua filha Mary Mosy Rodrigues Brasileiro (52), e José Duarte Cerqueira.

O que o Estadão Alagoas se propõe, é formar um canal de comunicação, onde possa transmitir para a população o andamento dos casos mais absurdos que ocorrem na região.

Cabe ao jornalismo noticiar todo e qualquer fato novo que tenha relação com algum caso, sempre que este fato se torne público. Ao cumprir com sua obrigação de forma independente, o jornalismo não está pressionando ou interferindo no julgamento, e sim, apenas exercendo o seu papel.

Delegado, o silêncio nos incomoda…

 

 Redação Estadão Alagoas

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