
“Como as petições referentes aos casos, tanto numa esfera quanto na outra, ainda estão sendo aperfeiçoadas, não podemos acrescentar detalhes. Mas são medidas que teremos que tomar.
Eu desafio quem prove que o Ministério Público gastou um tostão a mais”, disse, após a reunião do Colégio de Procuradores, instância máxima da instituição, realizada na tarde de ontem.
Um dos pontos que provocaram maior indignação entre os integrantes do Colégio de Procuradores foi o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALE, que baseou a decisão dos deputados: o documento classificou alguns dos itens para aplicação dos recursos como “rega-bofes”, se referindo ao custeio de solenidades oficiais.
Ascom
