
O governador chegou a Brasília acompanhado do vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), o secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, o comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel José Luís Castro, e o chefe da Polícia Civil fluminense, Fernando Veloso. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, acompanharam as discussões.
“A reunião se deu de maneira muito objetiva: nós solicitamos à presidenta Dilma e ao governo federal o apoio das forças federais no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro, que se faz necessário nesse momento em que o crime organizado tenta, com o avanço da política de pacificação, com o avanço dos territórios pacificados, desestabilizar a presença da polícia nessas comunidades com ataques covardes, gerando pânico e o distúrbio nas comunidades e fazendo vítimas entre PMs e entre civis”, afirmou Cabral.
De acordo com o governador, os ataques às UPPs já estavam sendo monitorados pelos serviços de inteligência do governo federal e estadual, “com gravações e informações de diálogos entre chefes dessas organizações criminosas”.
Atuação. O governador afirmou, em coletiva de imprensa após o encontro, que na próxima segunda-feira, 24, haverá uma nova reunião entre autoridades para definir a atuação das forças federais na capital fluminense. A reunião está prevista para ocorrer às 10 horas no Centro Integrado de Comando e Controle, no Rio.
