
Na ocasião, o Conselho de Sentença atribuiu ao réu os crimes de homicídio qualificado e formação de quadrilha armada. “O Ministério Público Estadual de Alagoas sai deste julgamento com a consciência do dever cumprido. As provas nos autos demonstravam a participação do réu no homicídio, assim como tb confirmavam que o acusado era integrante de um bando responsável por uma série de crimes”, declarou o promotor de Justiça Napoleão Amaral Franco.
O juiz negou ao réu o direito de recorrer em liberdade. A defesa informou que vai interpor recurso em até cinco dias.
O crime aconteceu na noite do dia 1º de novembro de 2005, na Avenida Durval de Góes Monteiro, em frente à Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Belém e o amigo, José Alfredo foram alvejados dentro do veículo em que estavam: Pólo placa MUN 2687, pertencente à viúva do fazendeiro Fernando Fidelis, Tânia Fidelis.
Cícero Belém morreu na hora e o amigo, encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde morreu, posteriormente.
Fonte: Com assessoria do MPE
