O empresário João Paulo Barros da Silva assumiu a autoria do vídeo que mostra a desordem no alojamento do CSE após a chegada em Palmeira dos índios, cuja comissão trouxe no saco, nada mais do que 7 gols.
Após as revelações feitas pelo Estadão Alagoas, a vida de João Paulo corre risco. Alguns badernistas além de ligarem, foram até o seu estabelecimento comercial, onde além de o ofenderem com palavras de baixo calão, o advertiram de que; “não somos daqui, e nem viemos para ficar”.
Mediante o acontecido o empresário minutou queixa crime contra os arruaceiros.
O Estadão procurou ouvir com exclusividade o empresário, numa entrevista objetiva, o que o resguarda junto ao público e autoridades policiais, se algo vier acontecer em se tratando de agressão física ou moral à sua pessoa. Confira;
– Por que você teve a ideia de fazer o vídeo que circula na internet, sobre a farra dos jogadores do CSE?
Porque sou Palmeirense nato, filho da terra e apaixonado pelo CSE. Às vezes viajo sozinho pra torcer por esse time, e tenho despesas, fora os perigos das estradas, de acidentes e assaltos.
Eu, como qualquer outro torcedor não achei justo me omitir a tamanha falta de respeito ao torcedor, e isso não pode ficar assim. Todo mundo me conhece aqui na cidade, e sabe que não me omito a esse tipo de atitude.
– O que mais você presenciou, e que não está registrado na gravação?
Presenciei muita baderna, muitas “Marias chuteiras”, muita bebedeira, e eles cantavam alto. Isso foi até o amanhecer, com muita gritaria por parte das mulheres, e dos que se dizem jogadores.
– Você identificaria os baderneiros se assim for necessário?
Com absoluta certeza identifico dois;. Ives e Marquinhos.
– Você está com medo de alguma agressão por parte do Grupo?
Estou sim. Não é à toa que já fiz um B.O. e qualquer coisa que eu achar que está me ameaçando, notificarei, para eles serem chamados.
– Você fez um BO neste domingo. Você foi ameaçado e por quem?
Por Marquinhos e o Carioca o Ivis.
– Qual foi o tipo de ameaça?
Mandaram eu me fud* e ter cuidado na vida, além de me mandarem tomar no c*, e que não eram daqui nem vieram pra ficar. Isso em tom alto.
– Apesar de constar alguns nomes no BO, tem mais alguém envolvido?
Não, porque tinha vários jogadores. Só que não pude identificar pois não os conheço. Mas com melhoria de imagem, e até no áudio, eles mesmo falam alguns nomes.
– Depois do BO, qual será a reação da polícia?
Não sei. Mas espero que os agressores não venham me provocar, pois além de estar coberto pela justiça e por Deus, tenho familiares e amigos.
– Algum dirigente do clube já lhe procurou?
Não.
– Está arrependido?
De jeito nenhum! Faria e faço tudo novamente. Assim, aprontem. – Concluiu João Paulo.
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Da Redação do Estadão Alagoas



